23 junho 2015

CINEMA: Marvel escolhe Homem-Aranha e boato sobre diretora do filme do Pantera Negra ganha mais força


Boas novas do universo cinematográfico da Marvel!

Para começar: finalmente a novela acabou e hoje anunciaram o novo ator que interpretará Peter Parker/Homem-Aranha. Tom Holland é um ator britânico que é o ator mais novo a ser escalado pro papel, com 19 anos - Tobey Maguire, o primeiro e por enquanto o único pra mim Aranha, foi escalado pro papel com 27 anos de idade, e Andrew Garfield, o segundo, tinha 29!!! -, então dá pra imaginar que o Aranha mostrado será aquele ainda na escola, ou ao menos na faculdade.

Além disso, é engraçado ver que depois de Idris Elba, Tom Hiddleston, Benedict Cumberbatch e Martin Freeman (perdoem se eu estiver esquecendo algum), mais um britânico está se juntando ao universo cinematográfico da Marvel. E dos bons! Aos 12 anos, Tom Holland fez o papel-título do musical "Billy Elliot" e participou do filme "O Impossível" que eu particularmente não gosto muito, mas foi um ótimo papel como o filho mais velho da família que tiveram suas vidas em risco por conta do tsunami que arrasou a Ásia em 2004. E é curioso pensar em mais um Tom britânico escolhido pra participar dos filmes... XD Minha opinião? Bem, para ser sincero, desde o primeiro (desnecessário) reboot, eu meio que não espero nada... Nada contra Tom Holland, acho que ele vai se dar bem no papel, acho ótimo que escolheram alguém com a idade e o porte físico (não tanto o rosto) parecido com o Aranha que eu conheço (especialmente o das HQs clássicas), mas é que esse como o segundo reboot eu não sei mesmo o que esperar. Não estou ansioso, nem temeroso. Estou sentindo algo próximo do "whatever", e só vou ver como ficou o Aranha porque ele vai aparecer no filme "Capitão América: Guerra Civil", então nem tem como não conferir. XD


Mas a notícia que fez meus olhos brilharem como personagem de mangá foi esta, e que quase me passou despercebido: ontem a Vanity Fair divulgou que Ava DuVernay foi escolhida como a diretora do filme do Pantera Negra. Com isso, Ava seria a primeira diretora, e negra, a dirigir um filme da Marvel, ou até mesmo um filme de super-herói.

Infelizmente a notícia ainda é um boato. Mas hoje deu que muitos decidiram comentar sobre essa notícia e como seria bom se a Marvel realmente fizesse isso. Ava DuVernay foi a primeira mulher negra a ganhar o prêmio de Melhor Direção no Festival de Sundance de 2012 com o filme "Middle of Nowhere", que trata de uma garota negra que precisa largar a escola de medicina por conta de seu marido ter sido preso. Ela ganhou ainda mais prestígio com o filme "Selma: Uma Luta pela Igualdade" que foi de certa forma esnobado pelo Oscar, sendo indicado apenas para Melhor Filme e Melhor Canção (terminou ganhando este). Seria uma boa oportunidade da Marvel ter um conteúdo que leve o filme além das cenas de ação e tiradinhas, que tenha uma trama tão bem construída como foi em "Capitão América: O Soldado Invernal". A possibilidade de explorar melhor o personagem de T'Challa e seu universo seria enorme, pra que o filme não fosse apenas um compilado de clichês de filme de ação com um roteiro pífio, como os filmes do Thor acabaram se tornando. Mas infelizmente, muitos diretores já bateram de frente com os produtores da Marvel e sua irredutibilidade com a direção artística que os filmes devem levar. A Marvel já perdeu muitos profissionais como Kenneth Branagh, Edgar Wright, Patty Jenkins e até mesmo Joss Whedon agora por conta dessa aparente falta de liberdade artística dos diretores. Mas enfim, veremos no que vai dar e se tal notícia vai se confirmar ou não daqui a alguns dias.

MÚSICA: Miss Janet is back!!! Ouçam "No Sleeep"

 Sete anos depois do último álbum de estúdio, Janet Jackson está voltando, lançando coisa nova. E coisa boa, como (quase) sempre ela faz.

A caçula e a atualmente mais prolífica dos Jacksons na música lançou hoje o primeiro single do seu décimo primeiro álbum, cujo título ainda não foi divulgado. A música se chama "No Sleeep" (com três 'e' mesmo) e apesar do que o nome diz, a música é um R&B clássico, simples, daqueles bem lentos e gostosos, mas que ainda tem um gingado, uma batida boa pra dançar, especialmente coladinho, huhuhuhu. ;)

A música, que foi dedicada ao seu atual marido, Wissam Al Mana, faz referência a alguém sentindo a falta de um amor distante, e que ela promete "não deixar dormir" quando ele chegar. Quem tem ou teve um relacionamento à distância sabe como é isso, não?... Não é a primeira vez que Janet lança uma música mais lenta como primeiro single, mas está longe de ser um "Call on Me" (que eu simpatizo) ou um "I Want You". "No Sleeep" tem mais... classe. Dá pra fazer referência com o ano de 1993 e o primeiro single do disco "janet.", "That's The Way Love Goes".

E como quase sempre, Janet lança algo muito diferente do que a merda as músicas que se ouve nas rádios recentemente. Como vimos com discos como "Control", "Janet Jackson's Rhythm Nation 1814", "janet." e "The Velvet Rope", Janet sempre consegue sucesso quando está mais honesta consigo mesma, seja por momentos depressivos ("The Velvet Rope"), ou mais sensuais ("janet."), então posso dizer que espero coisas muito boas desse novo disco. Ela vai lançá-lo em sua próprio selo independente, e como vemos nessa nova música, a parceria de ouro com os produtores Jimmy Jam & Terry Lewis está ainda em grande forma.

Enfim, se quiser ouvir uma música boa em loop eterno, é só clicar no play:

10 junho 2015

CINEMA: Kung Fu Panda 3 vem aí...


Boas notícias para os fãs do Panda e dos Cinco Furiosos - este que vos fala assistiu "Kung Fu Panda 2" quatro vezes em duas semanas. O USA Today divulgou algumas fotos e informações acerca do terceiro capítulo da saga de Po.

Como se viu no segundo filme, a maioria dos pandas havia sido exterminada pelo vilão do filme Lord Shen, inclusive a mãe de Po. Mas descobriu-se que, no final, havia uma vila secreta de pandas, em que pudemos ver o pai do Po. O terceiro filme vai explorar essa história da reunião do Po com seu pai, Li, e sua interação com outros pandas, além da relação com o seu pai adotivo, o Senhor Ping. E com o surgimento de um terceiro vilão que tem a habilidade de roubar os poderes dos mestres kung fu derrotados, Po terá de descobrir um jeito de colocar os pandas em forma para enfrentá-lo.

Você teve ataques de fofura ao ver o Po bebê em "Kung Fu Panda 2"? Então se prepare para uma overdose ao assistir o terceiro filme...

Basicamente todo o elenco está de volta. Jack Black continuará como a voz do Dragão Guerreiro, e Angelina Jolie (Tigresa), David Cross (Garça), Seth Rogen (Louva-a-Deus), Jackie Chan (Macaco), Lucy Liu (Víbora), James Hong (Mr. Ping) e Dustin Hoffman (Shifu) também. A novidade estará com a presença de Bryan Cranston, de "Breaking Bad" como Li, o pai de Po; Rebel Wilson, de "A Escolha Perfeita", como Mei Mei, uma panda dançarina que terá a sua mão prometida para Po; e J. K. Simmons, o eterno J. J. Jameson, em um papel ainda não revelado. O vilão, possivelmente?

Tal pai, tal filho?

Mal espero pra ver as cenas de Mei Mei dançando...

Enfim, com um elenco desses, e a presença de milhares de pandas, é possível que o filme seja tão bem sucedido quanto o anterior. "Kung Fu Panda 2" foi a animação mais vista no ano de 2011, e por enquanto é o filme de maior bilheteria dirigido por uma mulher, Jennifer Yuh Nelson ("Frozen" tem maior bilheteria, mas o filme foi teve a direção compartilhada entre um homem e uma mulher), sem falar na indicação pro Oscar de melhor longa-metragem de animação.

Outra coisa importante de se frisar é que o filme está sendo produzido simultaneamente com a DreamWorks e a Oriental DreamWorks, parceria da DreamWorks com estúdios de animação da China. Com isso, a versão chinesa do filme terá a animação dos lábios devidamente sincronizada com o trabalho de vozes dos atores chineses. Iniciativa muito legal! E se acha que esse terceiro filme será o fim de uma trilogia, está enganado. Os produtores da DreamWorks já garantiram que a franquia do panda terá seis filmes! Parece que veremos Po nos cinemas por um bom tempo...

28 maio 2015

QUADRINHOS: Finalmente! "Loki: Agente de Asgard" chegou...


...Tudo bem que ele chegou em alguns territórios em abril, mas só agora, no finalzinho de maio, é que chega nas bancas de Manaus a HQ Vingadores: Os Heróis Mais Poderosos da Terra que, além de trazer as histórias do Capitão América, Thor, Hulk e etc (é uma baita revista, mais de 160 páginas), também tem a HQ solo do Loki! Sim, finalmente Loki: Agente de Asgard está sendo publicada por aqui!

E o melhor é que, além do primeiro volume de "Loki: Agente de Asgard", temos também a prequel, a história que precede o volume um que foi publicada na "All-New Marvel Now", que introduzia as novas sagas dessa "Totalmente Nova Marvel"... Estou fazendo esse post basicamente para as pessoas que estavam ansiosas para acompanhar tal HQ, especialmente @s nov@s fãs que o Loki conseguiu por conta do Tom Hiddleston universo cinematográfico. Daí farei uma pequena introdução, e mostrarei um pouco do que se pode esperar dessa HQ.

Bom, pra resumir (mesmo) a história até aqui: há algum tempo Loki morreu e voltou como o Kid Loki - o Loki conseguiu dar um jeito de não "morrer", ele sempre renasce. Praticamente uma fênix! -, só que esse Kid Loki, que de fato tinha uma personalidade boa, foi enganado pelo "eco" do Loki original que então convenceu-o a tomar o corpo do Kid Loki, o que acabou matando o novo Loki. Entenderam até aí? Beleza... O Loki, no corpo de criança, então elaborou um plano pra que pudesse reunir os Jovens Vingadores e, assim, recuperar seus poderes. Para isso, fez com que Wiccano emprestasse seus poderes e também o transformasse em adolescente para que eles pudessem derrotar um parasita dos multiversos que tomava conta e se alimentava dos poderes de outros seres de tais universos. Tudo isso que acontece com Loki e os Jovens Vingadores se viu na HQ recente do "Homem de Ferro e Thor" da Panini.

É ali que vemos que Loki teve de se arrepender do que fez com o Kid Loki, já que foi culpa dele que o tal parasita estava solto e, admitindo o seu erro, foi o que possibilitou que ele fosse derrotado. Também vemos uma crise existencial de tal Loki, em que ele diz que não é o Loki original, mas sim uma "cópia" da mente dele, o "eco" que o Loki original deixou para que sua influência continuasse.


Entenderam até aqui também? Espero que sim, porque aqui começamos com a nova história de Loki.

O agora jovem Loki é recrutado pelas Mães Supremas de Asgard para resolver determinadas situações. A cada missão cumprida, um dos erros passados de Loki será apagado, e assim o jovem Loki poderá se redimir e não seguirá os caminhos do Loki vilão que todos conhecem... aparentemente. Afinal, essa primeira edição termina com um baita clímax... Vocês vão entender ao ler. ;)

O notável mesmo de "Loki: Agente de Asgard" é ver como o Loki dos filmes influenciou este novo Loki. Quer goste ou não, o trabalho da primeira adaptação em filme do Thor e os trabalhos do Kenneth Branagh e Tom Hiddleston mudaram a percepção do personagem, que era tratado como um vilão genérico por anos. E isso não poderia ter vindo em boa hora, já que se sabe que o número de mulheres leitoras de HQs é grande e está aumentando. Não que "Loki: Agente de Asgard" seja apenas para mulheres (leitura é universal, viu?), mas é fato que Loki conquistou uma nova fanbase justamente por conta dos filmes. Logo nos primeiros quadrinhos há um fanservice pra ninguém botar defeito (huhuhu!). E o relacionamento complicado com o irmão é algo que pode apelar o público fujoshi... mesmo que no primeiro quadrinho vejamos Loki atravessando uma espada no Thor, mas como o Loki mesmo avisa em sua narração, foi algo necessário, pode confiar... E não, não é spoiler. Ao menos, eu acho.

Vai me dizer que este Loki...

...não lembra CERTO Loki?

Fanservice!!!

Os conflitos principais de Loki, em que se explora a possibilidade de um vilão se redimir, se tornar herói (ou anti-herói) e lutar contra o destino, apelam para a questão de que personagens de quadrinhos mais humanizados se tornam mais populares e acabam se dando bem, como por exemplo a HQ do Gavião Arqueiro, que agradou público e crítica. Aliás, se me permitem dizer, o roteirista Al Ewing parece estar se divertindo com Loki tanto quanto o Matt Fraction com o Gavião. Ambas as histórias exploram a humanidade de seus personagens, mas também possuem um senso de humor afiado (especialmente em horas inesperadas) por conta da acidez vindas dos próprios personagens.

A revista nova da Panini custa R$ 17,90, porém mesmo que você vá colecioná-la só por conta da HQ do Loki, acho que vale a pena. Em todo o caso, tem as edições pra comprar nos apps da Marvel Comics (em inglês) por um preço até tolerável, R$ 7. Mas não custa nada escrever pra Panini Comics pedindo pra lançarem um encadernado de "Loki: Agente de Asgard" em breve, né? Fica a dica.

17 maio 2015

PELA CIDADE: Eu na Rota dos Chefs!

Se tem uma coisa que me faz sair de casa com gosto é sair para comer algo bom. Então, nada como uma reunião de chefs de ótimos restaurantes de Manaus pra atiçar a minha vontade de fazer uma aventura gastronômica.

A Rota dos Chefs é um evento idealizado para aproximar mais o público dos chefs, divulgando os seus pratos e locais de trabalho, e também promovendo a interação (por vezes muito divertida) entre os chefs. O evento está na sua terceira edição, provando que a ideia deu certo. As comidas variam de preço, com pratos de R$ 10 a R$ 25 no máximo, e alguns stands aceitam cartão de crédito (graças!!!).

Bem, eu fui no primeiro dia de evento, e eis o que pude registrar de lá... Eu tentei registrar tudo em vídeo, mas como podem ver aqui, estava meio... complicado. Mas tenho fotos! Acompanhem:

Os stands em sua maioria se esmeraram na decoração.


Especialmente o stand da Cachaçaria do Dedé. Criaram praticamente uma filial lá no centro de convenções do Studio 5.

O povo do Zefinha Bistrô era o mais animado. A filha da chef Selma Reis era muito simpática, ela gritou pra mãe posar para a minha foto. XD

Foi do stand do Zefinha Bistrô que decidi provar o primeiro prato. Eu sou ENJOADÍSSIMO com comida que envolva algo salgado e fruta no meio. No caso, falo do pirarucu de casaca (ou é pirarucu à casaca? Nunca tive certeza), que é feito com pirarucu, farinha e banana. Mas adorei esse pirarucu. Estava no ponto, não estava muito salgado, como os que provei na maioria das vezes. Aprovadíssimo. O único - sério - que consigo comer e sempre peço mais é o que a minha avó faz, o dela é hors concour (e que eu vou aprender a preparar).


Tiveram doces, dos quais não provei nenhum - dieta de restrição de açúcares. O da foto acima é o mousse de gateau de doce de leite com sorvete de tapioca do Miss Doçura, e o waffle gourmet é da Brigadore. Eu já provei esse waffle na loja deles no Shopping Manauara, é MUITO bom. Fica a dica.

O saudosismo me fez provar no stand do Shin Suzuran o kareraisu, carne ao molho curry e arroz. Super picante (adoro). No prato ficaria mais bonitinho, mas não tem como negar que no copo fica mais prático.

Eles também tinham sushi no copinho, hehe.

Esse kibe recheado com provolone do Buteco de Minas parecia muito apetitoso...

O stand do WTF Burger era um dos mais disputados, sempre tinha fila. Acho que o nome dos sanduíches é que despertava a curiosidade, um deles era "Da Madafaker burger". Tem como não ficar curioso em prová-lo? Bem, eu queria muito, mas eles não aceitavam cartão de crédito. Snif!


O hambúrguer que provei foi o do Federal Burger que, de longe, tinha a decoração mais criativa de todos os stands, infelizmente não tirei foto dele, mas vocês podem ver no Instagram deles como eles se levam a sério na questão de serem uma "autoridade em hambúrguer". Pedi o Billy the Kid por ter cheddar. Nem vou comentar do hambúrguer artesanal de 150g, maravilhoso. Me arrisco a dizer que esse foi o melhor hambúrguer artesanal que comi até hoje, sério! O molho era de chorar de tão bom... Fica pau a pau com o hambúrguer do Eighty's, do Vieiralves, que pra mim é um dos melhores.

O Sabor a Mi tinha esse risoto amazônico com pirarucu defumado. Eu queria tanto provar esse, mas três refeições foram o meu limite. Talvez se eu pintar no evento hoje, eu prove esse.

E de fato, os chefs e seus assistentes eram super amigáveis, posavam pra fotos, conversavam sobre a comida...





E quase esqueço, teve a Selma Reis dando uma receita de escondidinho. Quem ficou pra assistir ainda pôde degustar o prato.


E pra quem ficou interessado, é só ir no Studio 5 hoje que vai ter o segundo dia da rota! O evento começa às 17h e vai até as 22h, no centro de convenções. Por lá ainda tem stands do Yogu Mania e degustação da cerveja Devassa. No evento há também espaço pra ajudar a Casa do Idoso São Vicente de Paulo. Eles estão recolhendo um quilo de alimento não perecível, além de itens de higiene pessoal e limpeza.

E é isso. Acho que esse foi meu primeiro post cobrindo evento aqui de Manaus, e comecei bem. Saí bem alimentado, hehe. Caso você passe hoje por lá (daqui a pouco começa, hein!), me avise o que você provou de bom por lá, se puder, aqui ou no meu Twitter. Sigam também o Instagram do Rota dos Chefs.

Até o próximo post da seção "Pela Cidade"! Espero que isso ajude a divulgar mais coisas legais daqui... ;)

14 maio 2015

PARADA TOP: TOP 5 piores versões brasileiras de músicas internacionais

Iniciando uma nova seção aqui no blog... Na verdade eu ocasionalmente fazia rankings no meu blog, mas decidi oficializar uma seção. Toda semana vou tentar postar um TOP 5 mostrando as coisas mais TOP acerca de um determinado assunto em comum e listando tudo numa lista TOP.

Antes de tudo... O nome dessa seção foi inspirado no programa 31 Minutos. Adorava a "Parada TOP" (que no original se chama "Ranking TOP", até nisso teve adaptação brasileira!). ♥

A lista TOP deste post TOP será um TOP 5 das versões mais bizarras, ou no mínimo curiosas de músicas internacionais que artistas brasileiros fizeram. Primeiro, é preciso reconhecer que existem muitas, MUITAS músicas que tocaram nas rádios, se tornaram clássicos, e que muitos nem imaginam que são versões de músicas gringas. Alguns artistas até mesmo criaram uma carreira basicamente só com versões - Angélica, Sandy & Junior, Dominó, os artistas da Jovem Guarda e as trocentas bandas de forró que existem que o digam -, mas até que muitas músicas viraram versões bem feitas... mas não é o caso dessa lista. XD

Quinto lugar: "Acho Que Sou Louca", de Simony. Versão de "I Should Be So Lucky", da Kylie Minogue.

"I Should Be So Lucky" é originalmente uma música fofinha, single de estreia da Kylie Minogue lá em 1987 em que ela diz, em meio a pensamentos sobre o carinha que ela gosta, que se sentiria muito sortuda se ele gostasse dela de volta. A música, na voz de Simony, brinca com o refrão "I should be so lucky/ Lucky, lucky, lucky..." e coloca a protagonista da música, que vive pensando no cara que ela gosta, como uma pessoa louca. Adoro como os brasileiros são diretos e honestos.

Melhor ainda são os momentos "Google Translator" da música, isso muito tempo antes do Google... Afinal, onde mais "You fell in love with me" seria traduzido como "Você caiu por mim"? Mas assim como a original, é capaz de você ficar cantarolando "Acho que sou louca, louca, louca, louca" por aí. Refrãozinho pegajoso...



Trecho favorito: "Acho que sou louca/ Louca, louca, louca/ Acho que sou louca, LOOOU..."

Quarto lugar: "Como Eu Te Amo", de Sandy & Junior. Versão de "I Will Always Love You", da Whitney Houston.

"I WIll Always Love You" é original da Dolly Parton, e basicamente Sandy & Junior era conhecida por fazer várias, várias e VÁRIAS versões brasileiras de músicas internacionais, especialmente country music. Mas decidiram cantar uma versão da cover feita pela Whitney Houston. Há quem diga que Sandy tem uma voz linda e maravilhosa pra cantar... eu não faço parte desse time. Quando ela decide soltar agudos ou canta em tom muito alto ela soa ainda mais insuportável do que o normal. E não ajuda nada com essa letra horrível.

Tal versão se encontra no disco "Sonho Azul" que inclui a música "Beijo é Bom" que, apesar de estar creditada a compositores brasileiros, é um plágio descarado de "Wannabe" das Spice Girls. Ouve esse mashup que indiretamente prova o que eu sempre pensei:



A versão da Whitney, apesar de muitos acharem "over", eu acho linda (a da Dolly Parton é mais sentimental e emocionante ainda, procurem ouvi-la) e é onde ela mostra o controle que tinha de suas habilidades vocais, estava em plena forma. A versão brasileira? Sei lá...



Trecho favorito: "Sei lá, se talvez me ouviu, uuuuh.../ Sei lá, se talvez nem viu, oh, sei lá, uma vez me ouviu, uuuuh, oh/ Sei lá, se talvez nem viu/ Se talvez me ouviu, u-u-uh, oh/ Só uma vez/ Me ouviu". o.O''''''''

Terceiro lugar: "Como o Vento", de Yahoo. Versão de "Wind of Change" do Scorpions.

Yahoo foi uma banda (alguém lembra?) que assim como muitos artistas brasileiros, só fez sucesso com música de outras bandas. Teve versão de música do Aerosmith, teve versão do Kiss, versão de música do Journey, versão de música do Whitesnake, e claro, o maior sucesso deles é uma versão de "Love Bites" do Def Leppard. A versão brasileira de "Hide Your Heart" da Bonnie Tyler em que eles tranformam a frase "Hide your heart 'cause you're playing with fire" em "O coração como um pára-raio" é de doer, mas escolhi "Como o Vento" porque é aquela típica versão brasileira em que transforma uma música com uma mensagem mais profunda - "Wind of Change" é sobre o fim da Guerra Fria, originada de uma viagem da banda à Rússia - em uma música romântica insuportavelmente chorosa.



Trecho favorito: "Veeeeeeeeeeeeento/ Diz pra ela: Eu te amo/ Só agora eu sei/ Eu te amo como nunca eu te amei..."

Segundo lugar: "Bye Que Bye Bye Bye", da Angélica. Versão de "Light My Fire", do The Doors.

O maior sucesso da Angélica é uma versão de "Joe Le Taxi", da Vanessa Paradis. E se reparar bem, grande parte da sua discografia é feita de versões de músicas estrangeiras, muitas de qualidade duvidosa, mas que acabaram ganhando uma qualidade "kitsch" com o passar do tempo, especialmente para os saudosistas dos anos 80/90.

A versão de "Iko Iko", canção folclórica regravada pela Cyndi Lauper no disco "True Colors", que na voz da apresentadora foi intitulada "Milk Shake" pra servir de música-tema do programa homônimo da extinta Manchete quaaase ganhou a lista por ter absolutamente NADA a ver com a letra original, mas essa versão de música do The Doors é algo tão inesperado, e tão absurdo que não dá pra não se espantar com tal música, ou no mínimo pensar em como algum produtor teve tal ideia. Será que a Angélica ouvia The Doors naquela época, início dos anos 90?

A frase "bye que bye bye bye" era o que Angélica dizia sempre que se despedia, assim como a Xuxa tinha o seu "beijinho, beijinho, tchau, tchau". Super original, não? A letra brasileira passa raspando no tema da música original, onde há um verso falando que "não há tempo a perder", mas o possível tom sexual da música original foi suprimido, obviamente, puxando para algo mais "você me perdeu, tarde demais". Pra completar, uma batida chupada das produções do grupo Stock Aitken Waterman... É só comparar o início de "Venus" do Bananarama, que eles produziram, e o início da música da Angélica. No fim, acabou sendo a coisa mais doida que já ouvi de um disco de uma apresentadora infantil.



Trecho favorito: "Pra quem ficou de zum zum zum/ Não viu o destino de tocaia/ Quis muito e não ganhou nenhum/ Nadou, nadou e morreu na praia/ Baby, bye que bye bye bye...".

Primeiro lugar: "Eu Sou Stefhany (No Meu Cross Fox)", de Stefhany. Versão de "A Thousand Miles", de Vanessa Carlton.

Você já esperava por isso. Tenho CER-TE-ZA.

Stefhany (ex-Absoluta) é a rainha das versões bizarras. Já ouviu a versão de "Behind These Hazel Eyes" da Kelly Clarkson? Ou a versão de "Hush Hush" das Pussycat Dolls? Todas poderiam aparecer aqui, mas seria injusto... Especialmente porque duvido que os compositores originais tiveram os direitos autorais pagos por elas.

Enfim, a música que foi o maior sucesso da cantora piauiense merece o primeiro lugar, especialmente sabendo que quem criou tal letra exalando auto-estima depois de, ahn, levar um bolo esperando o namorado no portão de casa, foi ninguém mais, ninguém menos que a mãe de Stefhany. Nada a ver com a letra original, mas é preciso admirar a criatividade de quem nos fez cantar: "Agora eu sou... DEMAIS!" *joga os cabelos*



Trecho favorito: "Eu sou linda/ Absoluta/ Eu sou Stefhany...".

Então, que versão brasileira você acha bizarra e que merecia ser citada na lista? O que achou dessa lista? Comente com sua opinião TOP.

OK, sem mais piadas sobre TOP...

12 maio 2015

CINEMA: Saiu trailer e pôster de "Jem e As Hologramas"


 Sim, voltei! Mas vou deixar as maiores explicações pra depois... Vamos ao que interessa.

Vocês se lembram do desenho animado "Jem", ou Jem e as Hologramas? Passava no SBT e eu, mesmo tendo nascido em 1987, não lembrava dele até que ouvi no ano passado gente surtando nas redes sociais (reações entusiasmadas e temerosas) sobre a notícia de que o desenho seria adaptado em filme.

Esse não seria o primeiro filme com o dedo da Hasbro, que viu seus produtos como Comandos em Ação (não uso G.I. Joe, isso é para os gringos, sorry!) e Transformers fazerem muito sucesso nas telonas (só vamos fazer vista grossa para a adaptação cinematográfica de Batalha Naval, hehehe). Bem, demorou um tempinho e hoje saíram o pôster, que ilustra o começo deste post, e o trailer do filme, que você vê logo abaixo...



A história do filme, pelo visto, vai ser muito diferente do desenho. Pra começar, Jerrica não começa como herdeira da gravadora Starlight - embora se saiba que o filme vai explorar a história de seu pai. Eric Raymond, o produtor e vilão do desenho que tinha metade dos direitos da gravadora do pai de Jerrica agora será uma mulher, Erica, interpretada pela Juliette Lewis (adoro!) que será também a vilã, tentando fazer com que o grupo comece a ter conflitos dando prioridade para Jerrica, tratando-a como estrela e o resto da banda como coadjuvantes... Não dá pra entender porque uma empresária gastaria dinheiro pra divulgar um grupo e depois fazer com que ele se desmanche e só a vocalista tenha sucesso, enfim...

E quanto a Energia, o supercomputador, invenção do pai de Jerrica que criava os hologramas e o visual da Jem? Pode esquecer... Aliás, todos os elementos fantásticos do desenho (incluindo as roupas extravagantes e cabelos super volumosos) foram limados, dando espaço para uma aventura mais moderna. Jerrica consegue sucesso com um vídeo viralizado no YouTube. Uma das músicas da banda, que toca no trailer, é esse pop-rock-EDM que toca nas rádios hoje em dia (a.k.a. One Direction, por exemplo)... posso dizer que ESSE foi o fato que me deixou mais triste pelo filme. E cadê aquelas loucas das Misfits, ou Desajustadas? A banda inimiga das Hologramas, formada por aquele bando de loucas? A líder, inclusive, era PODRE de rica. Conseguia tudo com o dinheiro do papai...


Resumindo, "Jem e As Hologramas" parece ter virado um filme genérico sobre a ascensão de uma banda, história suuuuper clichê. Parece não ter nada de muito especial que remeta aos anos 80 e à animação. Nem uma peruquinha super louca.


Super defendo a Christina Aguilera como intérprete da vocalista das Misfits. Já sabemos que ela se dá bem com o visual.


Ignorar todo o ar onírico - diria meio lisérgico, até - do desenho com seus vídeos musicais (sim, cada episódio tinha vários videoclipes com músicas originais!) e toda a ação e fantasia pode ser um tiro no pé... Alguém lembra do filme de Josie e As Gatinhas?


E o fato de que o diretor é responsável por ESTE... ahn... filme, é de dar ainda mais medo.

Enfim, nem todo mundo ficou contente com o que viu com o trailer, com alguns comparando Jem com Hannah Montana. Talvez o público não queira uma modernização, ou algo mais sério... É óbvio que uma garota herdeira de uma gravadora com um alter-ego de uma estrela musical ajudada por uma IA fodástica é algo meio absurdo, mas quem liga? Deixa a dita seriedade pros filmes da DC Comics! XD Diversão, não se levar a sério também é importante. Mas enfim, estou divagando demais pra um trailer, não é? Só vai saber se o filme deu certo quando ele estrear.


Enquanto isso, vou ouvir a música de abertura que, em minha opinião, é mais empolgante que o trailer inteiro... E você, se interessou em assistir o filme? A estreia está prevista para dezembro desse ano.

13 fevereiro 2015

Mostrando o mangá "More and More of You"... e mais Projeto Canções

Sim, estou atualizando! YEAH! XD Quando se passa um tempo longe do blog tempo o suficiente para esquecer o nome do blog - vocês verão isso no vídeo - é porque a coisa está muito ruim. Perdão. *envergonhado*

Bem, sem mais delongas, chegou em minha casa - finalmente - meu exemplar de "More and More of You - and Other Stories", primeiro mangá do Takeshi Matsu publicado em inglês. Então não resisti e decidi fazer um vídeo mostrando-o para vocês!

O mangá, como se vê pelo título, é uma compilação da história "More and More of You", que fãs do Matsu já devem conhecer, além de mais duas outras histórias. Primeira vez que tais histórias são compiladas em um volume, antes mesmo de terem sido reunidas em tankobon no Japão.

Levei um tempinho tentando gravar e mais um tempão editando, então por favor assistam e digam o que acharam do trabalho. Talvez eu faça outros vídeos, se gostarem! =)


Essa é a minha segunda aquisição de gay mangá. Eu falei muito sobre a história "More and More of You" há algum tempo no meu blog antigo, então vocês sabem que a história é uma das minhas favoritas. É uma história de amor bem simples, e bem fofa, típica do Matsu. Para quem quiser saber mais sobre a história, clique aqui para ler um texto sobre no meu antigo blog. Sobre a segunda história do mangá, "Go West", leiam este texto aqui.

Bem, eu esqueci de dar o resultado final da prorrogação do Projeto Canções. Mas se você visitou o link de votação, sabe do resultado... mas enfim, oficialmente, as duas músicas que estarão no projeto são: "Higher Than Hope", do Nightwish e "Coração Selvagem", da Joyce. Como dito no post anterior, vou usar desse e o próximo ano pra terminar os contos. Além disso, espero ter algum texto meu completo ainda esse ano para que eu possa mostrar.

E é isso. Até a próxima! Seja em vídeo ou escrevendo. =D

TwitterGoogle PlusFacebookDeviantARTLAST.fm